Maringá cria programa de conscientização sobre jogos de azar

Maringá avança na discussão sobre jogo responsável com nova lei
O prefeito de Maringá, Silvio Barros, sancionou a Lei 12.204/2026, que institui o Programa de Combate ao Vício em Apostas e Jogos de Azar, conforme informa a fonte YogoNet. A iniciativa tem como foco promover campanhas de conscientização, buscando informar a população sobre os riscos associados ao uso de sites e aplicativos de apostas.
O objetivo não é proibir ou restringir o acesso, mas sim estimular o entendimento de que o jogo, quando feito de forma consciente e responsável, pode ser uma atividade de entretenimento. A lei detalha ações educativas que abordam as consequências sociais, financeiras e de saúde mental relacionadas ao vício em jogos de azar.
Essa medida reforça a importância de tratar o tema com responsabilidade, reconhecendo que o mercado de apostas, regulamentado e fiscalizado, deve caminhar junto com ações educativas que promovam o jogo responsável. Não se trata de uma crítica ao setor legal, mas de uma tentativa de ampliar a compreensão sobre o impacto do jogo na vida das pessoas.
Por que a conscientização é importante?
Ao criar esse programa, Maringá reforça o papel da informação como ferramenta de prevenção. A ideia é que a população entenda os sinais de um possível problema e saiba onde buscar ajuda. A legislação deixa claro que o foco é promover uma relação saudável com o jogo, sem demonizar o setor legal, que é parte do mercado regulado e fiscalizado pelo Estado, garantindo maior transparência e responsabilidade.
Jogo responsável: liberdade e educação
O movimento de Maringá mostra que a questão do jogo deve ser encarada com equilíbrio. Não há espaço para moralismos, mas para educação e autonomia do cidadão. Afinal, o apostador é adulto, capaz de decidir por si mesmo, desde que tenha acesso às informações corretas. O papel do poder público é fornecer esse conhecimento, apoiando uma cultura de jogo consciente e responsável.
Fonte: YogoNet
+18 · Jogue com responsabilidade. Apostar envolve risco de perda financeira; não é investimento.
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