ANJL analisa impacto do GGR na base de cálculo do PIS e Cofins

ANJL avalia a definição do GGR como base de cálculo do PIS e Cofins
A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), uma das principais vozes do mercado de jogos no Brasil, publicou uma análise sobre a recente discussão envolvendo a definição do Gross Gaming Revenue (GGR) como base de cálculo para o PIS e a Cofins. Segundo a entidade, essa questão veio à tona após uma consulta formal, cujo entendimento pode influenciar diretamente a tributação do setor de apostas e jogos de azar regulados.
O ponto central da discussão é se o GGR, que representa a receita bruta do operador de jogos, deve ser considerado como base de cálculo para esses tributos federais. A ANJL destaca que a definição correta é fundamental para garantir segurança jurídica e evitar interpretações que possam onerar excessivamente os operadores licenciados pela Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria (SPA) e pelo Ministério da Fazenda.
De acordo com especialistas ouvidos pela entidade, a legislação vigente e as orientações da Receita Federal indicam que o entendimento deve seguir uma linha de coerência com o conceito de receita bruta, levando em conta as receitas efetivamente auferidas, descontadas as despesas e custos relacionados à atividade. A ANJL reforça que a busca por uma interpretação clara é essencial para que o mercado de jogos possa atuar de forma sustentável e dentro do marco legal.
Por fim, a associação lembra que o debate ainda está em fase de análise, e que a postura do setor deve ser de diálogo e responsabilidade, sempre respeitando as regras atuais e contribuindo para a construção de um ambiente regulatório mais sólido. A transparência e o entendimento técnico são aliados importantes na consolidação de um mercado saudável, que respeita os princípios de legalidade e justiça fiscal.
Fonte: iGaming Brazil
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