Autoexclusões em plataformas de apostas crescem na Copa do Mundo
Durante a Copa, mais jogadores buscam se autoexcluir, reforçando a necessidade de jogo responsável mesmo em um mercado regulamentado.
Durante a Copa, mais jogadores buscam se autoexcluir, reforçando a necessidade de jogo responsável mesmo em um mercado regulamentado.
Partido dos Trabalhadores busca proibir apostas digitais no Brasil, enquanto o mercado regulado luta por uma regulação responsável e transparente.
Em julho de 2026, o mercado de apostas legalizadas no Brasil segue em expansão, com novas casas licenciadas e maior controle regulatório, segundo a Tribuna do Paraná.
O Supremo Tribunal Federal analisa a expansão das apostas esportivas, buscando um equilíbrio entre regulação eficaz e responsabilidade do setor.
Iniciativa de Foz do Iguaçu oferece suporte psicológico gratuito para quem luta contra a compulsão por jogos de azar, incluindo familiares e amigos.
Ministério da Fazenda, por meio da SPA, abre espaço para contribuições na elaboração de novas regras para apostas de quota fixa no Brasil.
Decisão do TJDFT exige que Virginia remova em 48 horas anúncios considerados irregulares da plataforma Blaze, reforçando o papel da regulação.
A ação de Cavaliere dá respaldo ao projeto de Salvino Oliveira, reforçando o debate sobre o mercado de apostas regulado no Rio de Janeiro.
Durante a Copa, muitos apostadores pedem bloqueio de CPF, refletindo preocupações sobre o jogo e o impacto do torneio na relação com as apostas, segundo a Folha de S.Paulo.
Levantamento aponta que o público brasileiro movimentou quase R$1 bilhão em apostas durante a Copa, reforçando o crescimento do mercado legal e responsável.